http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/marco/dia-do-bibliotecario.php
Bom dia e boas leituras.
sexta-feira, 11 de março de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Festival de Verão na Universidade Federal de Minas Gerais - Campus Pampulha
http://www2.ufmg.br/festivaldeverao
Através do link acima vc terá maiores informações sobre este evento na UFMG.
Através do link acima vc terá maiores informações sobre este evento na UFMG.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Recomendo o livro: "Ciência em Ação" para perceber quais os caminhos trilhados e as escolhas feitas na construção da ciência.
Autor: Bruno Latour - Ano 2000
ISBN: 85-7139-265-X
"Latour proporciona aqui uma audaciosa análise da ciência, demonstrando o quanto o contexto social e o conteúdo técnico são essenciais para o próprio entendimento da atividade científifca." Ivone C. Benedetti
ISBN: 85-7139-265-X
"Latour proporciona aqui uma audaciosa análise da ciência, demonstrando o quanto o contexto social e o conteúdo técnico são essenciais para o próprio entendimento da atividade científifca." Ivone C. Benedetti
AULA NA BILBIOTECA - 15 de fevereiro de 2011
Achei muito válido este projeto e estou divulgando, ótima iniciativa. Parabéns aos organizadores.
Atenciosamente
Eliani Gladyr da Silva
Coordenadora do Setor de Coleções Especiais
Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa
Prezado (a) Leitor (a).
Estamos retornando com nosso projeto Aula na Biblioteca. Anexo enviamos convite.Eliani Gladyr da Silva
Coordenadora do Setor de Coleções Especiais
Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Projeto de Iniciação Científica apresentado na XIX Semana do Conhecimento da UFMG-Universidade Federal de Minas Gerais- 22/10/2010
"E-science, redes de cooperação e discurso científico em ambientes digitais"
Adriane Legnani de Souza Silva (CNPq/PIBIC/ECI/UFMG)
Prof. Dra. Maria Aparecida Moura (Orientadora ECI/UFMG)
A consolidação dos sistemas de informação cooperativos potencializados pela web 2.0 ampliou a presença de pesquisadores no contexto digital. Nesse sentido, a cooperação e a troca direta de informações produzidas por esses atores romperam as fronteiras dos espaços considerados eminentemente acadêmicos e científicos. Hoje, dispositivos permitem o compartilhamento direto de mensagens (blogs, listas de discussão e portais de audiovisuais) e a efetivação de um ecossistema de redes sociais que enseja a implementação de novos padrões de validação da informação, hoje mais orientado à audiência proporcionando novas formas de visibilidade social.
O E-science (enhanced-science), pressupõe a efetivação de práticas de colaboração científicas interdisciplinar integradas por dispositivos eletrônicos.
O projeto “Redes Sociais de Colaboração Científica e Inovação: Linguagem, modelos de Interação e produção entre agentes” objetiva identificar, caracterizar e modelar os processos de interação, colaboração e produção informacional entre agentes de redes sociais de colaboração científica visando compreender as repercussões e a interpenetração dos acordos semióticos estabelecidos na formação do discurso científico contemporâneo e na organização da informação.
Nessa etapa da pesquisa realizaram-se estudos de fundamentação teórica e a construção dos instrumentos de coleta de dados. Em etapa posterior, realizaram-se a caracterização dos gêneros digitais, documentos emergentes em termos estruturais e discursivos, que possuem traços multimodais e hipertextuais desenvolvidos em ambientes digitais. Para tanto, foram analisadas as estruturas formais e as abordagens conceituais dos blogs científicos e a estruturação de uma base para a análise dos laboratórios nacionais e internacionais que possuem mediações e abordagens digitais para apoiar pesquisas colaborativas em rede.
Palavras-chave: E-Science, discurso científico, redes de cooperação científica, gênero digital
Adriane Legnani de Souza Silva (CNPq/PIBIC/ECI/UFMG)
Prof. Dra. Maria Aparecida Moura (Orientadora ECI/UFMG)
A consolidação dos sistemas de informação cooperativos potencializados pela web 2.0 ampliou a presença de pesquisadores no contexto digital. Nesse sentido, a cooperação e a troca direta de informações produzidas por esses atores romperam as fronteiras dos espaços considerados eminentemente acadêmicos e científicos. Hoje, dispositivos permitem o compartilhamento direto de mensagens (blogs, listas de discussão e portais de audiovisuais) e a efetivação de um ecossistema de redes sociais que enseja a implementação de novos padrões de validação da informação, hoje mais orientado à audiência proporcionando novas formas de visibilidade social.
O E-science (enhanced-science), pressupõe a efetivação de práticas de colaboração científicas interdisciplinar integradas por dispositivos eletrônicos.
O projeto “Redes Sociais de Colaboração Científica e Inovação: Linguagem, modelos de Interação e produção entre agentes” objetiva identificar, caracterizar e modelar os processos de interação, colaboração e produção informacional entre agentes de redes sociais de colaboração científica visando compreender as repercussões e a interpenetração dos acordos semióticos estabelecidos na formação do discurso científico contemporâneo e na organização da informação.
Nessa etapa da pesquisa realizaram-se estudos de fundamentação teórica e a construção dos instrumentos de coleta de dados. Em etapa posterior, realizaram-se a caracterização dos gêneros digitais, documentos emergentes em termos estruturais e discursivos, que possuem traços multimodais e hipertextuais desenvolvidos em ambientes digitais. Para tanto, foram analisadas as estruturas formais e as abordagens conceituais dos blogs científicos e a estruturação de uma base para a análise dos laboratórios nacionais e internacionais que possuem mediações e abordagens digitais para apoiar pesquisas colaborativas em rede.
Palavras-chave: E-Science, discurso científico, redes de cooperação científica, gênero digital
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Apresentação do projeto na Semana do Conhecimento e Cultura/UFMG/2010
No dia 19/out/2010, quando das apresentações dos projetos de Iniciação Científica na Semana do Conhecimento e Cultura da UFMG, apesar da tensão que tomou conta do meu cérebro (adrenalina pura), diante da exposição oral que faria à frente dos presentes, também me chamou a atenção, a pergunta final da comissão julgadora (formada pelas professoras Terezinha de Fátima Carvalho de Souza e Marta Eloísa Melgaço Neves da Escola de Ciência da Informação):
- Qual foi a contribuição adquirida pelo estudante em sua experiência na Iniciação Científica?
Enquanto meus colegas respondiam, passei por um pequeno clipe retrospectivo.
Pensei nas aulas de "Teorias da Significação" da Prof. Cida Moura que me permitiram compreender os processos, a que são submetidos os signos das várias culturas humanas, desde tempos remotos, até os dias de hoje com a cultura digital e seus teóricos e pensadores. Enfim, proporcionou-me entender os meus próprios caminhos trilhados para a construção de sentido das coisas no contexto em que vivo.
Pensei nas leituras que fiz, sempre ressaltando a busca em compreender a responsabilidade social do pesquisador e seu posicionamento diante das questões cruciais apresentadas a todo momento; pensei no aprendizado que obtive nas conversas com o grupo de pesquisas NEMUSAD, onde discutimos os novos conceitos científicos, cotidianamente, consolidados em acordos semióticos no ambiente digital; lembrei-me das palestras e seminários, onde ouvi com atenção as inovações de várias pesquisas apresentadas por seus autores; finalmente, emergiram as dúvidas e contribuições dos meus colegas de classe, a cada pergunta formulada em sala de aula.
Pude perceber que a minha paisagem se ampliou e muito.
Minhas percepções sobre informação, cultura e apropriação individual do conhecimento abrangem maior raio de possibilidades e configura uma estrutura básica nesta caminhada.
A recuperação da informação correta em determinado momento faz toda a diferença para o alcance de resultados positivos e recompensadores, em qualquer nível educacional que for necessária.
Isto só faz sentido com a constatação da minha própria posição de usuário da informação.
Porém, preciso obter mais informações prá chegar a um conhecimento mínimo. Preciso buscar muito mais.
Mas, foi uma experiência única que exigiu de mim dedicação, anotação e compreensão em entender o porquê de estar nesta jornada.
Apesar da verificação, bastante evidente, de que preciso me acalmar nos momentos em que vou expor minhas idéias, foi muito bacana.
Abaixo o link para maiores esclarecimentos:
http://www.ufmg.br/conhecimentoecultura/2010/
Abraços
Até a próxima
Adriane Legnani
- Qual foi a contribuição adquirida pelo estudante em sua experiência na Iniciação Científica?
Enquanto meus colegas respondiam, passei por um pequeno clipe retrospectivo.
Pensei nas aulas de "Teorias da Significação" da Prof. Cida Moura que me permitiram compreender os processos, a que são submetidos os signos das várias culturas humanas, desde tempos remotos, até os dias de hoje com a cultura digital e seus teóricos e pensadores. Enfim, proporcionou-me entender os meus próprios caminhos trilhados para a construção de sentido das coisas no contexto em que vivo.
Pensei nas leituras que fiz, sempre ressaltando a busca em compreender a responsabilidade social do pesquisador e seu posicionamento diante das questões cruciais apresentadas a todo momento; pensei no aprendizado que obtive nas conversas com o grupo de pesquisas NEMUSAD, onde discutimos os novos conceitos científicos, cotidianamente, consolidados em acordos semióticos no ambiente digital; lembrei-me das palestras e seminários, onde ouvi com atenção as inovações de várias pesquisas apresentadas por seus autores; finalmente, emergiram as dúvidas e contribuições dos meus colegas de classe, a cada pergunta formulada em sala de aula.
Pude perceber que a minha paisagem se ampliou e muito.
Minhas percepções sobre informação, cultura e apropriação individual do conhecimento abrangem maior raio de possibilidades e configura uma estrutura básica nesta caminhada.
A recuperação da informação correta em determinado momento faz toda a diferença para o alcance de resultados positivos e recompensadores, em qualquer nível educacional que for necessária.
Isto só faz sentido com a constatação da minha própria posição de usuário da informação.
Porém, preciso obter mais informações prá chegar a um conhecimento mínimo. Preciso buscar muito mais.
Mas, foi uma experiência única que exigiu de mim dedicação, anotação e compreensão em entender o porquê de estar nesta jornada.
Apesar da verificação, bastante evidente, de que preciso me acalmar nos momentos em que vou expor minhas idéias, foi muito bacana.
Abaixo o link para maiores esclarecimentos:
http://www.ufmg.br/conhecimentoecultura/2010/
Abraços
Até a próxima
Adriane Legnani
terça-feira, 26 de outubro de 2010
ENANCIB-Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação > de 25 a 28 /out/2010 no RJ
Os trabalhos apresentados podem ser conferidos pelo site :
http://congresso.ibict.br/index.php/enancib/xienancib
O tema do ano é : Inovação e inclusão social: questões contemporâneas da informação
Vale a pena conferir prá saber o "estado da arte" em Ciência da Informação no Brasil.
http://congresso.ibict.br/index.php/enancib/xienancib
O tema do ano é : Inovação e inclusão social: questões contemporâneas da informação
Vale a pena conferir prá saber o "estado da arte" em Ciência da Informação no Brasil.
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