Bolsistas de Iniciação Científica da Escola de Ciência da Informação / UFMG : Adriane Legnani, Isabella Brito e Nádia Ameno.
A Isabella (centro) conquistou o primeiro lugar e irá representar a escola perante a Reitoria da UFMG.
PARABÉNS, Isabella. 21/10/2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Teorias da Significação/ Ciência/ Aprendizado
Revelou-se a minha mente, sob a batuta da prof. Cida Moura nas aulas de Teorias da Significação, como uma construção orquestral, que primeiro soou com certo estranhamento e muitas dúvidas, porém, logo após tomou o meu entendimento de significados e representações.
Quando as fichas cairam é que percebi as influências e os processos nas decisões, aos quais somos apresentados a todo instante.
Somos aquilo que foi construído ao longo de muitos séculos em acordos passados. O que parece estar naturalmente em nosso cotidiano, é na verdade, fruto de várias gerações enraizado e institucionalizado hoje, em nosso comportamento. O Significado das coisas e as representações que fazemos, enfatizam esta jornada anterior.
Fazer a conexão entre a informação que nos interessa, o modo como organizamos e recuperamos esta informação, e finalmente, fechando o ciclo, como faremos desta informação um agente modificador de nosso comportamento para que tenhamos conhecimento em determinada área é o que nutre a Biblioteconomia e a Ciência da Informação.
Este é um processo em constante alteração. Ou seja, de posse de certa informação, passamos a buscar outra que nos fará tomar outra decisão, agregar maior conhecimento numa área e mudar novamente nosso comportamento. Por isso, a informação não é fixa, ela é cotidianamente, mutável.
O Saber percorreu todo este trajeto e passou por estas transformações.
Antes o objeto de estudo do pesquisador era focalizado como "coisa", de forma unilateral e independente do contexto amplo em que se inseria, em um mundo hermético, em seu devido patamar.
Hoje, o pesquisador focaliza seu objeto de estudos com outros olhos.
Uma visão mais holísticas e de profundo intercâmbio entre as disciplinas, pois nada é isolado em seu próprio espaço, tudo pressupõe uma conexão.
Enxergar estes laços e verificar resultados de acertos possíveis, não constitui tarefa simples.
Mas é este o objetivo perseguido pela Ciência hoje.
Até a proxima
Abraços
Adriane Legnani
Quando as fichas cairam é que percebi as influências e os processos nas decisões, aos quais somos apresentados a todo instante.
Somos aquilo que foi construído ao longo de muitos séculos em acordos passados. O que parece estar naturalmente em nosso cotidiano, é na verdade, fruto de várias gerações enraizado e institucionalizado hoje, em nosso comportamento. O Significado das coisas e as representações que fazemos, enfatizam esta jornada anterior.
Fazer a conexão entre a informação que nos interessa, o modo como organizamos e recuperamos esta informação, e finalmente, fechando o ciclo, como faremos desta informação um agente modificador de nosso comportamento para que tenhamos conhecimento em determinada área é o que nutre a Biblioteconomia e a Ciência da Informação.
Este é um processo em constante alteração. Ou seja, de posse de certa informação, passamos a buscar outra que nos fará tomar outra decisão, agregar maior conhecimento numa área e mudar novamente nosso comportamento. Por isso, a informação não é fixa, ela é cotidianamente, mutável.
O Saber percorreu todo este trajeto e passou por estas transformações.
Antes o objeto de estudo do pesquisador era focalizado como "coisa", de forma unilateral e independente do contexto amplo em que se inseria, em um mundo hermético, em seu devido patamar.
Hoje, o pesquisador focaliza seu objeto de estudos com outros olhos.
Uma visão mais holísticas e de profundo intercâmbio entre as disciplinas, pois nada é isolado em seu próprio espaço, tudo pressupõe uma conexão.
Enxergar estes laços e verificar resultados de acertos possíveis, não constitui tarefa simples.
Mas é este o objetivo perseguido pela Ciência hoje.
Até a proxima
Abraços
Adriane Legnani
terça-feira, 27 de julho de 2010
II Semana de Ciência da Informação / D. A. ECI / UFMG
Estudando "Introdução a Banco de Dados"
As aulas com a Prof. Daniela foram de grande relevância, pois nos proporcionaram enxergar como o Banco de Dados(BD) é um ítem essencial para uma unidade informacional, incluindo uma bilbioteca. Modelar com eficiência um BD que atenda ao usuário é peça fundamental para gerir com método e rapidez. Na foto Adriane, Aline, Ana Clara e Elizangela no Laboratório de Tecnologia da Informação - ECI/UFMG.
Iniciando-me nas trilhas da semiótica...
| Adriane, Prof. Doutora Cida Moura e Isabella Brito (parceira). ECI/UFMG |
Desde pequena o meu pai dizia que o cientista descobre e modifica o saber humano. Hoje, ainda posso acrescentar que, o cientista, enquanto observa, quantifica e analisa um determinado fenômeno, também é transformado profundamente por este. Fato que modifica o seu foco para buscar novos fenômenos de investigação e novamente ser transformado.
Eu sei que é um caminho longo e de difícil acesso, pois requer dedicação e estudo, isto eu tenho.
Porém, as outras responsabilidades a que também sou chamada a me envolver, absorvem o meu tempo. Ser esposa, mãe, filha, irmã e tia requerem, equilibradamente, maior presença. Sei que esta oportunidade é única. Se não atender a este chamado agora, continuarei com esta vontade encoberta e gritando cada vez mais alto, querendo "saltar" do meu âmago.
Palavras como: " Representação e Significação
Encurtar o estranhamento
Processo de conhecer
Pensar semioticamente a partir do meu lugar
Imediato -Dinâmico -Final."(Cida Moura)
Ciclo que se completa, renova e transforma.
Como e quando as informações se transformam em conhecimento ?
Quais as necessidades que desencadeiam esta busca e escolha ?
Como este conhecimento transforma a condição social do sujeito, agregando-lhe potencial intelectual e modificando sua visão de mundo, mudando o seu comportamento ?
É claro, falta-me maturidade, talvez um método claro para incorporar as minhas idéias.
Mas este é o próximo passo que preciso dar. Aliar tudo o que penso a um método de exposição visual, que também faça sentido para outras pessoas e que elas possam me entender.
Este processo de racionalizar aquilo que vive em ebulição no meu pensamento, por vezes é até sofrido, pois, fazer o outro entender e enxergar o que pensamos, não é tarefa simples.
Relatório de atividades na Iniciação Científica, aí vou eu.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
I Semináio de Acervos Raros e Especiais
Segue o link da notícia no site da UFMG, que será realizado na Biblioteca Central - quarto andar, no Campus Pampulha:
http://www.ufmg.br/online/arquivos/016137.shtml
http://www.ufmg.br/online/arquivos/016137.shtml
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